Na transparência do plástico de vidro
em meio a esse plasma denso e duro, vivo.
Todos alheios a mim e eu nesse mundo translusente,
no frio da solidão destinada àquele que não tem destino.
Alma suspensa à terra.
Pobre-diabo! Há de pagar com a amor, a ausência dele.
Viva! Transite! Vagueie...
No desvairado devaneio de ter direito a realeza do amado amor.
