sábado, 22 de novembro de 2008

"O meu estado é independente"
A liberdade está dentro de nós
Pensamentos, sentimentos
Esses são dignos de liberdade
Não permito que nâo sejam permitidos
Essa é a única maneira de burlar as regras
De misturar as cores
De ser um inca ou um maia
Quem se importa?
Ninguém deveria
Eles ainda são livres
Vou fumar o meu cigarro
Agora não importa mais
O seu gosto
Tanto faz agora
Tudo já mudou
Ainda nem começou
E nem ía
Mesmo assim mudou
Então essa estória
Já não interessa mais
Perder o paladar
Não tem porque não
É, sentir o gosto
Não importa mais
A morte em mim é tão iminente
Quanto a vida ao redor
A morte me é tão iminente
Porque nunca houve vida ao redor
A morte me é iminente
Porque não sei o que é ter vida ao redor
A morte é iminente
Porque a ausência de vida é só morte
A morte em mim é iminente
Porque por dentro estou morto
A morte só é iminente
Porque quando a vida importa
Mas não existe
Então é só morte.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sempre que vejo uma luz
Não é a luz do fim.
É só a lâmpada refletida no espelho
Que me remete àquilo já visto.
Alucinadamente espero pelo iluminar do realismo
Aquele que vai me resgatar do sentir sozinha
Que vai estender ponte direta para o sublime
E fará da minha face, expressão presente
Ao se acender e ao se apagar.