sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sempre que vejo uma luz
Não é a luz do fim.
É só a lâmpada refletida no espelho
Que me remete àquilo já visto.
Alucinadamente espero pelo iluminar do realismo
Aquele que vai me resgatar do sentir sozinha
Que vai estender ponte direta para o sublime
E fará da minha face, expressão presente
Ao se acender e ao se apagar.

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