domingo, 4 de maio de 2008

Dualidade

Verdade distorcida meio a sonhos
Estranha. Cor de cinzas azuis
Faz tudo parecer faz de conta
Mas a vida é vermelha, cor de sangue morto
Realidade bruta, maciça e incorpórea
Dores dilacerantes, alegrias inconstantes
A certeza da incerteza naquilo já sabido, a realidade
Feixe de luz no fim do túnel?
Não! Era novamente um sonho

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