Há mais de 500 anos
Tudo lhes pertencia
A mata, a mulher, a justiça
A mata era viva
A mulher com sua vida
A justiça cumprida
Hoje nada lhes é direito ou de direito
A mata morrendo
A mulher vai vivendo
A justiça tem que ser cumprida
Mas se sabe que é comprida
Que a terra os tenha de volta à casa.
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